segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Para o Natal... (e o resto da vida!)


Um desejo:

- Que as pessoas sejam mais bondosas, simpáticas e carinhosas umas com as outras (e se tiver um tempo, bem humoradas também!)


Eu prometo:

- Que serei mais paciente e gentil no trânsito.

sábado, 17 de dezembro de 2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O homem que dissolvia xícaras

"Ele mesmo não sabia de onde tirara aquela angústia. Ficava morto de remoroso ao contemplar o que tinha e não se sentir satisfeito. Chegou a entender que um dos problemas era que estava tudo no mesmo nível. Que ele navegava num mar sem ondas, que sua vida possía flutuadores perfeitos, por pior que fossem as vagas ele se balançava pouco. Onde estava o erro de tudo? Talvez estivesse em tentar entender bem as coisas, em se situar, em querer saber."

E os seus flutuadores são perfeitos?

PS - Trecho do conto "O homem que dissolvia xícaras" do livro Cadeiras Proibidas de Inácio de Loyola Brandão.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Cuidado

Ando no cais de Santos,
encurvado,
o vento marinho
é um filho na garupa.

Fabrício Carpinejar

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Exposição do Cruz Diez no MALBA em Buenos Aires

Durante a minha viagem por Buenos Aires, eu tive a oportunidade de visitar a exposição do artista venezuelano Cruz Dies (mais informações aqui) no MALBA.
Eu tive muita sorte, porque na semana que eu estava por lá, o MALBA comemorava 10 anos e a entrada era gratuita. É um passeio muito bacana. O museu, além de ser muito bonito, possui obras que a gente tem que ver antes de morrer, como por exemplo, o ABAPORU de Tarsila do Amaral! Sim meu amigo... Nossos irmãos argentinos possuem o "nosso" quadro que representa o famoso Movimento Antropofágico que é tão importante para a arte nacional. Como a obra foi parar lá? Não me perguntem. Acho que isso é assunto para um outro post. Mas, o mais triste disso tudo é que muitos portenhos não sabem se quer da existência do museu. Eu perguntava como fazia para chegar lá e muitos nem sabiam o que era... Pelo jeito a alienação não é privilégio brasileiro.
Mas voltando para o Cruz Diez, eu adorei a exposição! Toda a questão da cor, movimento, das formas... apresentadas nas suas obras é de fazer o queixo cair.






domingo, 20 de novembro de 2011

Filme - A pele que habito

Achei essa atriz com um Q de Penélope Cruz
Eu já tinha dito aqui há um bom tempo que eu não perderia o filme "A pele que habito" e nessa semana, filnalmente, eu fui assistir.
Adorei a história! Sei que não é o melhor filme do Almodovar, mas não importa, ainda é melhor do que muito lixo que se produz e se vê por ai.
O bonitão do Antonio Banderas manda bem. Está com cara de louco mesmo.
Também gostei muito que o autor põe um pouco da Louise Bourgeois, que eu também já citei aqui.
E acho que quando a gente vê um filme, frequentemente pensa se aquilo poderia ser real e da onde o autor tira tanta criatividade, detalhes... Essas questões martelaram a minha cabeça o tempo inteiro! Será que a vida realmente pode ser assim?

Foto daqui.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A Vanusa odeia o Drauzio Varella

Vanusa cantando o hino com os seus óculos que não servem para nada.

Ontem, logo após a minha oficina de estamparia, eu fui ao show do Del Rey no SESC Pompéia.

Há muito tempo eu estava com vontade de ver esses caras tocarem, mas nunca dava certo.

Dai, checando a programação do mês de novembro do SESC, eu vi que a banda iria se apresentar no fim do mês e não pensei duas vezes... comprei o ingresso.

No entanto, só depois de um tempo que eu fiquei sabendo que rolaria a participação de convidadas, a Vanusa e a Rosimary e que a festa seria para o público GLSBTseiláoque. Beleza! Vamos que vamos! Não importa a plateia, o que importa é o show.

Então ontem, estava euzinha lá curtindo o show e entra a tal da Vanusa no palco com uma roupa cheia de brilhos amarelos e já reclamando que não enxergava bem nem mesmo usando óculos. Logo foi pedindo ajuda do China para cantar. Pensei: "será que ela está fazendo onda por causa daquela história do Hino Nacional?". Na mesma hora eu e o moço do bar do SESC começamos a rir!

Dai, no meio da música (que eu nem lembro qual era) ela disse que não sabia como terminava a tal música, que era quase que inacabável e enquanto ela dizia isso a banda continuava tocando e dai ela resolveu encerrar a música. (Figura essa mulher!)

Na música seguinte, no meio da letra ela solta um "NA NA NA NA" bem daqueles que a gente canta quando não sabe a letra da música. E para terminar... tchan, tchan, tchan... ela diz que odeia o Drauzio Varella. SIM! Ela repetiu: "Odeio o Drauzio Varella". Ela disse que vai continuar fumando e que ele é um chato. E para piorar a situação (isso na minha opinião) o China disse que o sonho dele era fumar lá no SESC (que é um local livre de tabaco) e ela então passa um cigarro para o cara fumar. Pode isso? Só não conseguir ver se o cigarro estava de fato aceso. Os pobre coitados dos seguranças ficaram se olhando. O moço do bar meio sem graça, mas rachando o bico de rir e eu logo pensei: "essa mulher deve ter cheirado um troço muito forte".

Essas coisas da vida! Bom, fato que o show foi muito bom. O Del Rey animou a galera pra caramba!

Foto daqui.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Seu Corpo da Obra - Olafur Eliasson

Está rolando em SP o 17o. Festival Internacional de Arte Contemporânea e dentro dele está acontecendo uma exposição do dinamarquês Olafur Eliasson no SESC Pompéia.

Eu fui ver a obra Seu Caminho Sentido, 2011, mas eu quase entrei em pânico (nunca tinha me sentido assim até hoje na minha vida). Eu não sabia do que se tratava e entrei na instalação. O local era todo fechado (imagine uma caixa branca, gigantesca, fechada), cheio de fumaça branca (mas muita fumaca mesmo), com uma luz forte no fundo da sala. Depois de ter dado dois passos para dentro do tal local, eu já não conseguia mais enxergar a porta de saída por causa de tanta fumaca, além disso, o ambiente é absolutamente branco (deviam filmar propagando do Omo), a única coisa que me sobrou de orientação foi os trinquinhos do chão (ainda bem que ninguém pintou o chão). Sai gaguejando da exposição!!!!!

A sensação que eu tive é como se eu estivesse andando de olhos fechados, mas apesar de fechados, eu conseguia ouvir as pessoas perto de mim e percebia quando estava claro ou escuro. Foram alguns minutos de tensão. Incrível, como uma instalação artística pode provocar isso tudo na gente?

Veja uma foto.

Seu Caminho Sentido
Aqui a fumaça está mais fraquinha...
O texto, que define a obra, diz assim:

Seu Caminho Sentido, 2011 [Your Felt Path] Fumaça, luzes fluorescentes.
Luzes fluorescentes estão fixadas no fundo de um espaço preenchido de forma homogênea por fumaça. O visitante entra pelo lado escuro do ambiente e anda em direção à luz, explorando um longo gradiente de visibilidade.

Pena que esse tal gradiente não funcionou muito bem comigo...

sábado, 15 de outubro de 2011

Performance "Body in Urban Spaces"

Rolou recentemente em Nova York uma performance, idealizada pelo coreógrafo Willi Dorner, que ocupava diversos vãos da cidade. SIM! Vãos! Veja as fotos e você entenderá melhor... Muito louco!





Fotos: daqui, daqui, daqui, daqui.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Macabéa e o batom vermelho


"A festa consistiu em comprar sem necessidade (...) um batom vermelho vivante. No banheiro da firma pintou a boca toda e até fora dos contornos para que os lábios finos tivesseam aquela coisa esquisita dos lábios de Marylin Monroe. Depois de pintada ficou olhando no espelho a figura que por sua vez a olhava espantada. Pois em vez de batom parecia que grosso sangue lhe tivesse brotado dos lábios por um soco em plena boca, com quebra-dentes e rasga-carne".

A Hora da Estrela - Clarice Lispector

Foto daqui

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Macabéa e a Starbucks

Outro dia eu me aventurei no famoso e disputado mundo da Starbucks, aquela cafeteria do Tio Sam cara prá caramba. Mas como estava muito frio e o chocolate quente é bom, eu encarei!

O mais engraçado é que o esquema da cafeteria é o mesmo dos "estates"... você entra, faz seu pedido, o cara do caixa pergunta seu nome e escreve no copo. Um tempo depois o cara da máquina grita seu nome, você se assusta, mas dai percebe que na verdade é o seu café/chocolate quente que está pronto.

Então, gritaram "Lenita" e eu fui lá pegar meu chocolate. Dai saí na luta por um lugar para sentar e qual não foi a minha surpresa que praticamente não havia grupos, eram pessoas sozinhas, cada uma com o seu iPhone ou seu computador ou o seu sei lá o que. Todos se comunicando com alguém, mas ninguém se comunicando de verdade, digo cara a cara.

Também comecei a observar os nomes... Claro! O copo vira seu crachá... tem o nome lá! Era mais ou menos assim: Pedro, Flavio, Marina, Eduardo, Patricia... Não tinha nenhuma Macabéa lá. PUXA VIDA! Da próxima vez vou mudar meu nome para Macabéa, quem sabe esse sonoro nome tire os olhos de algum alienado da tela do computador, nem que por alguns instantes, para procurar a pobre e infeliz Macabéa. Mas se isso não acontecer, já bastará o caixa (que escreve o nome no copo) perguntar "Maca o que?".

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Feliz Ano Velho - Marcelo Rubens Paiva


Terminei de ler o livro. O que eu achei?

Bom, antes de dizer o que achei, preciso dizer que eu sabia mais ou menos quem era esse tal Macrelo Rubens Paiva. Lembro dele fazendo o programa Fanzine na Cultura. A minha mãe sempre ligava para nós assistirmos lá em casa. Eu era uma pirralha, mas já assistia e curtia. Lembro que a minha mãe me explicou o motivo dele usar a cadeira de rodas... mas o que me chamava a atenção mesmo era a posição do braço dele, que seeeeeempre ficava para trás do enconsto da cadeira. Será que era a posição mais cômoda? Será que era para endireitar o tórax? Será que ele achava mais charmoso assim? Enfim, se eu encontrasse ele hoje acho que perguntaria ele provavelmente iria me achar uma idiota. E lembro que achava ele lindão.

Agora sobre o livro: gostei bastante! Ele fala da vida maluca dele, da vida universitária (como eles eram loucos! Acho que eu é que sou certinha demais). Outra coisa que me chamou atenção foi a forma como ele relata o acidente e a compreensão dele sobre o que havia acontecido. Me deu uma agonia danada! Ai que vontade de conversar com ele no meio do livro! Eu, como enfermeira, passei muitas vezes por situações como estas... e tenho que concluir: como a gente se comunica porcamente! quanta coisa que a gente deixa de falar! ou quanta coisa a gente fala sem precisar...
Achei engraçado também o lance do maluco que põe fogo no quarto do hospital e aparece a enfermeira PODRÃO, ops, PADRÃO ("dessas que fazem faculdade e depois viram chefe do andar" rsrs) para abrir o quarto ou ainda quando ele fala que as enfermeiras devem transam mais... Pois é, não adianta, tem coisas que não mudam, acho que são culturais. E... fiquei com dó da tal enfermeira Stella. Ele não entende que enfermeira foi programada para ser aquela pessoa que anota tudo e faz tudo milimetricamente, em suma, criada para ser uma chata. Será que ele ainda pensa a mesma coisa sobre ela? Acho que essa seria uma segunda pergunta que eu faria para ele. Se bem que eu acho que ele já mudou de opinião sobre diversas coisas... ele dizia no livro que nunca mais voltaria na TV Cultura e achava o jornal Estadão um lixo... Vai entender essa vida!
Também gostei das aventuras amorosas e sexuais e acho que o sorriso e olhar dele encantavam a mulherada, mas o que devia impressionar mesmo era a lábia.

Achei que o livro foi escrito de uma maneira simples e envolvente. Conclusão: acabei lendo tudo bem rapidinho.

domingo, 2 de outubro de 2011

Amém!

"e que eu possa
cada vez mais desaprender
de pensar o pensado
e assim poder
reinventar o certo pelo errado"

Trecho do poema Off Price de Ferreira Gullar

sábado, 1 de outubro de 2011

Eis que OUTUBRO chegou!

Estou chocada com a velocidade do tempo!
Lá se foram 9 meses do ano de 2011.
Quem tinha que nascer, já nasceu. Quem achava que o Natal estava longe, pode começar a se preparar, pois daqui a pouco estará comendo panetone. Quem queria emagrecer para o verão, já tem que estar pelo menos no meio do caminho da meta.
O tempo passa para todo mundo. Se você ficar parado, nada acontece... e o tempo passa!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Matisse - "Pintando com a tesoura"

Algumas obras do Matisse que tem como técnica os recortes de papel previamente colorido com guache. (Estou pensando no Rapport)

A lagoa - 1944

Nu azul - 1952

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Meu Sketch Book Virtual

Euzinha estava em busca dos materiais para a oficina do SESC (que começa na quinta) lá na Papelaria Universitária que fica perto da Belas Artes em SP. E fuçando daqui e fuçando dali descobri aqueles caderninhos que tem cores interessantes e elásticos na capa, próprio para colocar na bolsa e anotar qualquer coisa... Mas no rótulo do caderno estava escrito "caderno para sketch"...  :-s  
Eu não tinha noção do que se tratava, visto que eu estava em uma papelaria especializada, então resolvi perguntar para o mocinho super atencioso que me atendeu. Ele disse que era para escrever ou desenhar, que se tratava de um caderno de rascunho. POXA VIDA! Deviam ter escrito isso! Não é mesmo?
Mas fiquei super feliz por adquiri-lo e pensei que na verdade eu já tenho um desses caderninhos... Afinal o meu blog é um "sketch book" virtual onde coloco minhas ideias!

SANTA IDEIA!

terça-feira, 19 de abril de 2011

"Eu uso o hijab porque sou livre" - A polêmica do véu na França


Quando eu vi pela primeira vez a notícia de que a França proibiria as mulheres de usarem a burca/véu, inicialmente, eu conclui que aquilo era um absurdo, pois se as pessoas nesse país são livres, logo elas poderiam se vestir como quisessem. Mas depois refletindo uma pouco mais sobre o assunto eu mudei de ideia e passei a ser à favor de tal restrição.

Lendo o caderno Aliás do Estadão de domingo passado, me deparei com o discurso de uma mulçumana que vende o tal HIJAB. Ela dizia: "Eu uso o hijab porque sou livre". Ela diz isso porque mora no Brasil, mais especificamente em Juiz de Fora-MG. Se ela morasse no Irã ela não teria a opção de escolher, seria obrigada a usar e pronto. Talvez não poderia sequer embarcar em um avião devido o uso incorreto do véu (será que existe um manual de como amarrar?) como informa essa outra matéria aqui.

Outra coisa, se eu, brasileirinha, descrente de qualquer religião, fosse para o Irã, seria obrigada por lei a usar o tal véu... e sabe o que eu faria? Usaria! Como diz o ditado: EM ROMA, COMO OS ROMANOS. Acredito que isso é uma questão cultural e que deve ser respeitada. Então, se a cultura da mulher na França não inclui o véu, porque usar o véu? Os franceses simplesmente criaram uma forma de defender sua identidade. Pelo menos eu penso assim...

Em um outro artigo de 2004, fala-se que a população muçulmana na França ultrapassava a faixa de 6 milhões em 2001 (agora deve ser muito mais). Agora imagina, você, em poucos anos, sem sair do seu país se depara com uma outra cultura... Vamos supor que você encontraria um monte de índios com suas tangas e cocares... Seria minimamente estranho. Eu me sentiria um peixe fora d´água e ia querer voltar para o local de onde eu não sai (estranho, não?).

Mas o mais engraçado é que nesse último artigo que eu me refiro dizia que a constituição francesa prega que “nenhuma distinção de raça, de origem ou de religião deve ser realizada entre os cidadãos franceses”... Acho que eles mudaram de ideia.

E vocês? O que pensam sobre isso?

terça-feira, 5 de abril de 2011

"Muito prazer, sou imperfeita!"

Caros amigos,
raramente escrevo sobre o que penso. Em geral, mostro mais do que "falo".
No entanto, apensar de falar pouco, dou indícios da minha personalidade que não é nada fácil.
Não é fácil admitir que somos imperfeitos, mas como diz alguém que eu conheço: "de perto ninguém é normal" e perfeito (esse último adjetivo foi por minha conta).
E foi circulando pela blogosfera, mais especificamente no blog na Mari, é que eu li um post inspirado em uma "conversa" que nós tivemos. Fico feliz por ver que não estou sozinha, que a maternidade é uma coisa... nova e quase que desconhecida para mim. Afinal, até então eu era filha e só há pouco tempo me tornei mãe. 
Antes, era uma pessoa que trabalhava em um hospital, cheia de responsabilidade, fazia um curso de qualquer coisa aqui outro lá, não sabia se quer onde ficava o abridor de latas na cozinha, não tinha ideia do que era inhame, viajava mais que o pensamento, me relacionava com as mais diferentes pessoas, circulava do chique ao brega, da tecnologia ao simples. Agora, cuido de um bebê (que é lindo e muito fofo) que requer atenção constantemente, preparo as refeições da família, vou à quitanda diariamente, saio muito pouco de casa, meu circulo de contatos se reduziu bruscamente e aprecio uma vista bucólica toda manhã. É ótimo? SIM, mas é bem diferente de TUDO o que eu já fiz. Ainda preciso me encontrar nesse novo papel. Quero aprender a ter prazer em coisas que eu se quer imaginava que existia. Quero simplesmente aprender a ser feliz do jeito que sou e posso! Valeu Mari. Lindo seu texto.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Por Santos


Algumas fotos de Santos.
Não canso de olhar para essas fotografias...




Fotos: Lenita Tonon

quinta-feira, 10 de março de 2011

100a. postagem!


Quando comecei o blog achei que desistiria dele em 1 ou 2 meses, mas não! I´m here!
E hoje vou postar a foto das flores que ganhei pelo dia internacional das mulheres.
O meu marido trouxe flores para casa no meio do Carnaval e para completar a surpresa ele as colocou sobre o colo do bebê no carrinho.
Ficou tão lindo!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Flores para enfeitar o meu dia!


Eu ganhei uma garrafa muito interessante de uma bebida que eu nem sei dizer o nome que o meu sogro comprou quando foi visitar a Ioguslávia (dá para ver escrito no vidro).

Adorei o formato! Amei o rótulo! Achei que ficou super interessante com as flores, cravina!

Cool, isn´t it?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Colcha para o bebê






Foram 160 quadradinhos! UFA! A minha gravidez foi bem divertida hehehe!

Mas a mantinha que EU fiz para o meu pequeno ficou muito linda e aconchegante que até o papai queria pegar para ele.

Eu comprei os tecidos no Fernando Maluhy lá perto da 25 de março.