"Ele mesmo não sabia de onde tirara aquela angústia. Ficava morto de remoroso ao contemplar o que tinha e não se sentir satisfeito. Chegou a entender que um dos problemas era que estava tudo no mesmo nível. Que ele navegava num mar sem ondas, que sua vida possía flutuadores perfeitos, por pior que fossem as vagas ele se balançava pouco. Onde estava o erro de tudo? Talvez estivesse em tentar entender bem as coisas, em se situar, em querer saber."
E os seus flutuadores são perfeitos?
PS - Trecho do conto "O homem que dissolvia xícaras" do livro Cadeiras Proibidas de Inácio de Loyola Brandão.
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