Rolou recentemente em Nova York uma performance, idealizada pelo coreógrafo Willi Dorner, que ocupava diversos vãos da cidade. SIM! Vãos! Veja as fotos e você entenderá melhor... Muito louco!
Fotos: daqui, daqui, daqui, daqui.
sábado, 15 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Macabéa e o batom vermelho
"A festa consistiu em comprar sem necessidade (...) um batom vermelho vivante. No banheiro da firma pintou a boca toda e até fora dos contornos para que os lábios finos tivesseam aquela coisa esquisita dos lábios de Marylin Monroe. Depois de pintada ficou olhando no espelho a figura que por sua vez a olhava espantada. Pois em vez de batom parecia que grosso sangue lhe tivesse brotado dos lábios por um soco em plena boca, com quebra-dentes e rasga-carne".
A Hora da Estrela - Clarice Lispector
Foto daqui
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Macabéa e a Starbucks
Outro dia eu me aventurei no famoso e disputado mundo da Starbucks, aquela cafeteria do Tio Sam cara prá caramba. Mas como estava muito frio e o chocolate quente é bom, eu encarei!
O mais engraçado é que o esquema da cafeteria é o mesmo dos "estates"... você entra, faz seu pedido, o cara do caixa pergunta seu nome e escreve no copo. Um tempo depois o cara da máquina grita seu nome, você se assusta, mas dai percebe que na verdade é o seu café/chocolate quente que está pronto.
Então, gritaram "Lenita" e eu fui lá pegar meu chocolate. Dai saí na luta por um lugar para sentar e qual não foi a minha surpresa que praticamente não havia grupos, eram pessoas sozinhas, cada uma com o seu iPhone ou seu computador ou o seu sei lá o que. Todos se comunicando com alguém, mas ninguém se comunicando de verdade, digo cara a cara.
Também comecei a observar os nomes... Claro! O copo vira seu crachá... tem o nome lá! Era mais ou menos assim: Pedro, Flavio, Marina, Eduardo, Patricia... Não tinha nenhuma Macabéa lá. PUXA VIDA! Da próxima vez vou mudar meu nome para Macabéa, quem sabe esse sonoro nome tire os olhos de algum alienado da tela do computador, nem que por alguns instantes, para procurar a pobre e infeliz Macabéa. Mas se isso não acontecer, já bastará o caixa (que escreve o nome no copo) perguntar "Maca o que?".
O mais engraçado é que o esquema da cafeteria é o mesmo dos "estates"... você entra, faz seu pedido, o cara do caixa pergunta seu nome e escreve no copo. Um tempo depois o cara da máquina grita seu nome, você se assusta, mas dai percebe que na verdade é o seu café/chocolate quente que está pronto.
Então, gritaram "Lenita" e eu fui lá pegar meu chocolate. Dai saí na luta por um lugar para sentar e qual não foi a minha surpresa que praticamente não havia grupos, eram pessoas sozinhas, cada uma com o seu iPhone ou seu computador ou o seu sei lá o que. Todos se comunicando com alguém, mas ninguém se comunicando de verdade, digo cara a cara.
Também comecei a observar os nomes... Claro! O copo vira seu crachá... tem o nome lá! Era mais ou menos assim: Pedro, Flavio, Marina, Eduardo, Patricia... Não tinha nenhuma Macabéa lá. PUXA VIDA! Da próxima vez vou mudar meu nome para Macabéa, quem sabe esse sonoro nome tire os olhos de algum alienado da tela do computador, nem que por alguns instantes, para procurar a pobre e infeliz Macabéa. Mas se isso não acontecer, já bastará o caixa (que escreve o nome no copo) perguntar "Maca o que?".
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Feliz Ano Velho - Marcelo Rubens Paiva
Terminei de ler o livro. O que eu achei?
Bom, antes de dizer o que achei, preciso dizer que eu sabia mais ou menos quem era esse tal Macrelo Rubens Paiva. Lembro dele fazendo o programa Fanzine na Cultura. A minha mãe sempre ligava para nós assistirmos lá em casa. Eu era uma pirralha, mas já assistia e curtia. Lembro que a minha mãe me explicou o motivo dele usar a cadeira de rodas... mas o que me chamava a atenção mesmo era a posição do braço dele, que seeeeeempre ficava para trás do enconsto da cadeira. Será que era a posição mais cômoda? Será que era para endireitar o tórax? Será que ele achava mais charmoso assim? Enfim, se eu encontrasse ele hoje acho que perguntaria ele provavelmente iria me achar uma idiota. E lembro que achava ele lindão.
Agora sobre o livro: gostei bastante! Ele fala da vida maluca dele, da vida universitária (como eles eram loucos! Acho que eu é que sou certinha demais). Outra coisa que me chamou atenção foi a forma como ele relata o acidente e a compreensão dele sobre o que havia acontecido. Me deu uma agonia danada! Ai que vontade de conversar com ele no meio do livro! Eu, como enfermeira, passei muitas vezes por situações como estas... e tenho que concluir: como a gente se comunica porcamente! quanta coisa que a gente deixa de falar! ou quanta coisa a gente fala sem precisar...
Achei engraçado também o lance do maluco que põe fogo no quarto do hospital e aparece a enfermeira PODRÃO, ops, PADRÃO ("dessas que fazem faculdade e depois viram chefe do andar" rsrs) para abrir o quarto ou ainda quando ele fala que as enfermeiras devem transam mais... Pois é, não adianta, tem coisas que não mudam, acho que são culturais. E... fiquei com dó da tal enfermeira Stella. Ele não entende que enfermeira foi programada para ser aquela pessoa que anota tudo e faz tudo milimetricamente, em suma, criada para ser uma chata. Será que ele ainda pensa a mesma coisa sobre ela? Acho que essa seria uma segunda pergunta que eu faria para ele. Se bem que eu acho que ele já mudou de opinião sobre diversas coisas... ele dizia no livro que nunca mais voltaria na TV Cultura e achava o jornal Estadão um lixo... Vai entender essa vida!
Também gostei das aventuras amorosas e sexuais e acho que o sorriso e olhar dele encantavam a mulherada, mas o que devia impressionar mesmo era a lábia.
Achei que o livro foi escrito de uma maneira simples e envolvente. Conclusão: acabei lendo tudo bem rapidinho.
Achei que o livro foi escrito de uma maneira simples e envolvente. Conclusão: acabei lendo tudo bem rapidinho.
domingo, 2 de outubro de 2011
Amém!
"e que eu possa
cada vez mais desaprender
de pensar o pensado
e assim poder
reinventar o certo pelo errado"
Trecho do poema Off Price de Ferreira Gullar
cada vez mais desaprender
de pensar o pensado
e assim poder
reinventar o certo pelo errado"
Trecho do poema Off Price de Ferreira Gullar
sábado, 1 de outubro de 2011
Eis que OUTUBRO chegou!
Estou chocada com a velocidade do tempo!
Lá se foram 9 meses do ano de 2011.
Quem tinha que nascer, já nasceu. Quem achava que o Natal estava longe, pode começar a se preparar, pois daqui a pouco estará comendo panetone. Quem queria emagrecer para o verão, já tem que estar pelo menos no meio do caminho da meta.
O tempo passa para todo mundo. Se você ficar parado, nada acontece... e o tempo passa!
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