segunda-feira, 12 de setembro de 2011

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Matisse - "Pintando com a tesoura"

Algumas obras do Matisse que tem como técnica os recortes de papel previamente colorido com guache. (Estou pensando no Rapport)

A lagoa - 1944

Nu azul - 1952

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Meu Sketch Book Virtual

Euzinha estava em busca dos materiais para a oficina do SESC (que começa na quinta) lá na Papelaria Universitária que fica perto da Belas Artes em SP. E fuçando daqui e fuçando dali descobri aqueles caderninhos que tem cores interessantes e elásticos na capa, próprio para colocar na bolsa e anotar qualquer coisa... Mas no rótulo do caderno estava escrito "caderno para sketch"...  :-s  
Eu não tinha noção do que se tratava, visto que eu estava em uma papelaria especializada, então resolvi perguntar para o mocinho super atencioso que me atendeu. Ele disse que era para escrever ou desenhar, que se tratava de um caderno de rascunho. POXA VIDA! Deviam ter escrito isso! Não é mesmo?
Mas fiquei super feliz por adquiri-lo e pensei que na verdade eu já tenho um desses caderninhos... Afinal o meu blog é um "sketch book" virtual onde coloco minhas ideias!

SANTA IDEIA!

terça-feira, 19 de abril de 2011

"Eu uso o hijab porque sou livre" - A polêmica do véu na França


Quando eu vi pela primeira vez a notícia de que a França proibiria as mulheres de usarem a burca/véu, inicialmente, eu conclui que aquilo era um absurdo, pois se as pessoas nesse país são livres, logo elas poderiam se vestir como quisessem. Mas depois refletindo uma pouco mais sobre o assunto eu mudei de ideia e passei a ser à favor de tal restrição.

Lendo o caderno Aliás do Estadão de domingo passado, me deparei com o discurso de uma mulçumana que vende o tal HIJAB. Ela dizia: "Eu uso o hijab porque sou livre". Ela diz isso porque mora no Brasil, mais especificamente em Juiz de Fora-MG. Se ela morasse no Irã ela não teria a opção de escolher, seria obrigada a usar e pronto. Talvez não poderia sequer embarcar em um avião devido o uso incorreto do véu (será que existe um manual de como amarrar?) como informa essa outra matéria aqui.

Outra coisa, se eu, brasileirinha, descrente de qualquer religião, fosse para o Irã, seria obrigada por lei a usar o tal véu... e sabe o que eu faria? Usaria! Como diz o ditado: EM ROMA, COMO OS ROMANOS. Acredito que isso é uma questão cultural e que deve ser respeitada. Então, se a cultura da mulher na França não inclui o véu, porque usar o véu? Os franceses simplesmente criaram uma forma de defender sua identidade. Pelo menos eu penso assim...

Em um outro artigo de 2004, fala-se que a população muçulmana na França ultrapassava a faixa de 6 milhões em 2001 (agora deve ser muito mais). Agora imagina, você, em poucos anos, sem sair do seu país se depara com uma outra cultura... Vamos supor que você encontraria um monte de índios com suas tangas e cocares... Seria minimamente estranho. Eu me sentiria um peixe fora d´água e ia querer voltar para o local de onde eu não sai (estranho, não?).

Mas o mais engraçado é que nesse último artigo que eu me refiro dizia que a constituição francesa prega que “nenhuma distinção de raça, de origem ou de religião deve ser realizada entre os cidadãos franceses”... Acho que eles mudaram de ideia.

E vocês? O que pensam sobre isso?

terça-feira, 5 de abril de 2011

"Muito prazer, sou imperfeita!"

Caros amigos,
raramente escrevo sobre o que penso. Em geral, mostro mais do que "falo".
No entanto, apensar de falar pouco, dou indícios da minha personalidade que não é nada fácil.
Não é fácil admitir que somos imperfeitos, mas como diz alguém que eu conheço: "de perto ninguém é normal" e perfeito (esse último adjetivo foi por minha conta).
E foi circulando pela blogosfera, mais especificamente no blog na Mari, é que eu li um post inspirado em uma "conversa" que nós tivemos. Fico feliz por ver que não estou sozinha, que a maternidade é uma coisa... nova e quase que desconhecida para mim. Afinal, até então eu era filha e só há pouco tempo me tornei mãe. 
Antes, era uma pessoa que trabalhava em um hospital, cheia de responsabilidade, fazia um curso de qualquer coisa aqui outro lá, não sabia se quer onde ficava o abridor de latas na cozinha, não tinha ideia do que era inhame, viajava mais que o pensamento, me relacionava com as mais diferentes pessoas, circulava do chique ao brega, da tecnologia ao simples. Agora, cuido de um bebê (que é lindo e muito fofo) que requer atenção constantemente, preparo as refeições da família, vou à quitanda diariamente, saio muito pouco de casa, meu circulo de contatos se reduziu bruscamente e aprecio uma vista bucólica toda manhã. É ótimo? SIM, mas é bem diferente de TUDO o que eu já fiz. Ainda preciso me encontrar nesse novo papel. Quero aprender a ter prazer em coisas que eu se quer imaginava que existia. Quero simplesmente aprender a ser feliz do jeito que sou e posso! Valeu Mari. Lindo seu texto.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Por Santos


Algumas fotos de Santos.
Não canso de olhar para essas fotografias...




Fotos: Lenita Tonon

quinta-feira, 10 de março de 2011

100a. postagem!


Quando comecei o blog achei que desistiria dele em 1 ou 2 meses, mas não! I´m here!
E hoje vou postar a foto das flores que ganhei pelo dia internacional das mulheres.
O meu marido trouxe flores para casa no meio do Carnaval e para completar a surpresa ele as colocou sobre o colo do bebê no carrinho.
Ficou tão lindo!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Flores para enfeitar o meu dia!


Eu ganhei uma garrafa muito interessante de uma bebida que eu nem sei dizer o nome que o meu sogro comprou quando foi visitar a Ioguslávia (dá para ver escrito no vidro).

Adorei o formato! Amei o rótulo! Achei que ficou super interessante com as flores, cravina!

Cool, isn´t it?