segunda-feira, 25 de junho de 2012

A "monotonia" do diário de Anne Frank



Hoje eu estava andando por uma livraria do centro e observei que uma garota ficou bem entusiasmada quando encontrou o livro "Diário de Anne Frank". Ela comentou com o namorado que uma amiga tinha lido e gostado muito e perguntou se ele já havia lido. Ele respondeu que sim e que realmente se tratava de um diário, que era meio parado (!!!!) e que às vezes passavam vários dias... 2 meses... e nada acontecia! Que a moça, a Anne, escrevia sobre a mulher que a escondia no porão e "coisas assim" (palavras do rapaz) e que só depois de um tempo é que acontece alguma coisa, quando Anne, escondida, vê a irmã ser estuprada...
UFA! O que será que esses rapazes de hoje esperam da vida e dos livros?
Fiquei chocada!

Foto: daqui

sábado, 2 de junho de 2012

100 lugares para dançar em Santos

"100 lugares para dançar é uma cartografia dançada da cidade de Santos composta por 100 mini-vídeos danças disponíveis nesse sítio na internet e em instalações que transformam a arquitetura e espaços do prédio do SESC em palcos inusitados para a cidade."

Eu não sei o que significa uma cartografia dançada, mas eu adorei esse projeto. Os figurinos, os movimentos, as locações, os videos, em especial a fotografia...

É uma delícia ver cada um dos vídeos. Eu diria que são inspiradores! Veja todoooos eles aqui.


Fotos: daqui e daqui

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Uma moça e uma arma

Segundo o cineasta Jean-Luc-Godard tudo que você precisa para fazer um filme é uma garota e uma arma. Baseado nessa ideia, João Paulo Miranda fez esse curta metragem que eu adoro e não canso de ver (não sei porque eu nunca tinha postado isso aqui ainda...). Ah! E não posso deixar de dizer que esse filme foi feito com um celular e foi vencedor do "Mobile Phone Movie Competition" promovido pelo "The Screening Room" da CNN Intenational. Legal, não é mesmo? Outra coisa importante: o João Paulo é da terrinha!


Escola de Belas Artes - Paris


Foto: Lenita Tonon

terça-feira, 10 de abril de 2012

A mentira das superfícies arrumadas...

"A mentira das superfícies arrumadas escondendo lá no fundo a desordem, o avesso dessa ordem".

Isso se parece muito comigo!

Trecho do conto "Uma branca sombra pálida" de Lygia Fagundes Telles.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Quero esse livre tão simples de ver

"Tenho tua palma na alma da mão
Tenho tua mão no meu corpo, no chão
Tenho o teu corpo e a tua maldição
Na mão e na calma da intuição
Quero esse simples teu livre de ser
Quero esse livre tão simples de ver
Quero te ver em ter livre e tecer
Teu antes, teu hoje e teu simples viver"


quinta-feira, 22 de março de 2012

Depende da hora e da cor

Ninguém quer saber
O gosto do sangue
Mas o vermelho
Ainda é a cor que incita a fome
Depende da hora e da cor
Depende da hora,
Da hora, da cor e do cheiro
Cada cor tem o seu cheiro
Cada hora lança sua dor
E dessa insustentável leveza de ser
Eu gosto mesmo é de vida real
Elevei
Minha alma pra passear
Elevei
Minha alma pra passear
Não me distancio muito de mim
E quando saio não vou longe
fico sempre por perto
Depende da hora e da cor
Depende da hora,
Da hora, da cor e do cheiro
Cada cor tem o seu cheiro
Cada hora lança sua dor
E dessa insustentável leveza de ser
Eu gosto mesmo é de vida real

Letra da música Bossa Nostra - Nação Zumbi